Julho 30, 2007

Cinema perde Ingmar Bergman

Arquivado em: Arte — palpiteiras @ 7:06 pm

ingmar-bergman-2-sized2.jpgA sétima arte perdeu nesta segunda-feira um dos mais renomados cineastas mundiais, Ingmar Bergman, 89 anos. 

A informação foi dada por uma agência de notícias sueca.Diretor de clássicos como O Sétimo Selo, Morangos Silvestres e Gritos e Sussurros, Bergman morreu em sua casa, na ilha de Faro, na Suécia. Ainda não foram divulgados detalhes sobre as causas de sua morte. Com 60 anos de carreira, o cineasta realizou 54 filmes, 126 peças teatrais e 39 produções de radiodramaturgia, além de ter assinado diversos livros. Nos últimos anos, Bergman se distanciou do cinema, tendo optado primordialmente por assinar roteiros e textos para o teatro.

Sua última produção originalmente feita para o cinema foi o longa metragem Fanny e Alexander.O filme Saraband, de 2003, chegou às telas de cinema, mas foi originalmente concebido para a TV. O longa é um drama familiar que usa os dois personagens de Cenas de Um Casamento.Ingmar Bergman foi indicado nove vezes ao Oscar de melhor diretor, e levou o prêmio de melhor filme estrangeiro em três ocasiões, o primeiro deles por A Fonte da Donzela, em 1961.

Em 1982 ele recebeu o Oscar por Fanny e Alexander. Já O Sétimo Selo, um dos mais célebres filmes de Bergman – e para muitos a sua obra prima – está completando 50 anos e vem sendo reprisado em diferentes salas de cinema mundiais. (Fonte:BBC)

As palpiteiras indicam seus filmes!

“Bergman não nos dá nada “de bandeja”, exige que raciocinemos um pouquinho para que compreendamos sua mensagem – os maus acostumados terão preguiça de assisti-lo – mas vale a pena experimentar!
Por exemplo: O Sétimo Selo não é um filme de fácil compreensão (como todos de Bergman), pois sua conclusão não termina com o “the end”. Nesta obra ele faz uma afirmativa subentendida de que a única verdade que conhecemos -’em carne e osso’- é a da morte, e que a crença em qualquer outra coisa além dela não passa de fé e imaginação (céu, inferno…).
Além do tema central existem bons diálogos no filme. Não é um filme para se assistir apenas uma vez, mas tantas quantas forem necessárias até que cada espectador possa tirar a SUA conclusão”.

O mestre

Arquivado em: Arte — palpiteiras @ 5:17 pm

O mestre

As palpiteiras sentem pela perda de um dos grandes mestres da sétima arte. Afinal não é sempre que Woody Allen elogia alguém…

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